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Tão alto quanto os olhos alcançam

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Tão alto quanto os olhos alcançam©Foto Jerónimo Heitor Coelho_FEA, 2014_1

 

13 de novembro de 2014 – 05 abril de 2015

 

A Fundação Eugénio de Almeida apresenta Tão alto quanto os olhos alcançam, exposição que propõe uma leitura cruzada entre a arte sacra e a arte contemporânea, assinalando o culminar de uma trajetória de mais de uma década de inventariação do património artístico da Arquidiocese de Évora e de divulgação da arte contemporânea. A mostra, que encerra ainda o ciclo da programação inaugural do Fórum Eugénio de Almeida, inclui diversas obras relevantes de pintura, escultura e paramentaria provenientes de instituições de culto, bem como de arte contemporânea, de artistas como Joseph Beuys, Michael Biberstein, José Pedro Croft e Fernando Calhau.

 

Tão alto quanto os olhos alcançam parte de uma situação contemporânea dúplice: por um lado, a arte a partir do modernismo foi perdendo a noção de transcendência em favor de uma missão derrisória e enfeudada às questões da crítica e da avaliação das suas condições de possibilidade enquanto arte; por outro lado, existe na arte contemporânea uma clara nostalgia em relação a uma capacidade da arte se dirigir a zonas mais densas da nossa relação com o mundo. Nesse sentido, a exposição Tão alto quanto os olhos alcançam, comissariada por Delfim Sardo, faz um percurso por artistas e obras, num contexto internacional e globalizado, que são testemunho da ponte entre imanência e transcendência que só o universo artístico pode corporalizar.
 

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